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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Fora marginal sem imaginário





ah ele faz de tudo por essa tal de marcela...e nós levando no rabo por causa dessa marcela...ele é uma criança que tem essa marcela como seu briquedo impar...ai fica fora de si...e deixa-se ser tomado pelo diabo como no dia do golpe...ele deu golpe de estado para agradar a sua cleopatra que só quer saber de luxo...e nós levando no rabo por causa da cleopatra dos tropicos...

Em seu primeiro evento público após ser efetivado na presidência, há uma semana, Michel Temer ouviu gritos de "Fora Temer" e "golpista" do público posicionado para assistir ao desfile de 7 de Setembro em Brasília; os gritos aconteceram quando Temer chegava à tribuna de honra, de onde assiste ao evento ao lado da esposa e de autoridades como o presidente da Câmara e do STF; o protesto partiu de uma arquibancada coberta, próxima do peemedebista, onde ficam convidados selecionados; Temer não usa faixa presidencial e, com medo de protestos, não usou carro aberto, como é a tradição

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Revoltados e MBL: Aécio é “covarde” por recuar de impeachment

Na Forum:

Dois dos principais movimentos que defendem o golpe contra a presidenta Dilma criticaram duramente o PSDB pelo recuo sobre o pedido de impeachment. Para o Movimento Brasil Livre (MBL) e os Revoltados Online, os tucanos estão “traindo” o Brasil: “Aécio Neves está sendo um covarde, cúmplice desse governo federal corrupto e a mando do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso”, afirmou o ‘revoltado’ Marcello Reis

Por Brasil 247

O Movimento Brasil Livre (MBL) e os Revoltados Online, que defendem a ruptura da ordem democrática no país, criticaram nesta quinta-feira, 21, o recuo do PSDB em apresentar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Especialistas dizem que combate à exploração sexual esbarra na invisibilidade

Por Edwirges Nogueira



O combate à exploração sexual de crianças e adolescentes passa, antes de tudo, pela necessidade de reconhecimento do problema, avaliam especialistas ouvidos pela Agência Brasil. Com a chegada de centenas de trabalhadores a cidades que recebem grandes obras e empreendimentos, os casos de violação se tornam mais frequentes e complexos, mas precisam ganhar visibilidade para ser enfrentados.
Na região metropolitana de Fortaleza, o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), localizado em São Gonçalo do Amarante, vem crescendo com a construção, nos últimos anos, da Usina Termelétrica Energia Pecém e da Companhia Siderúrgica do Pecém. Com as obras, as cidades do entorno (além de São Gonçalo do Amarante, Caucaia e Paracuru) assistem à chegada de novos moradores (funcionários das empresas do complexo, muitos oriundos de outros estados) e o fenômeno da exploração começa a ficar mais evidente.
“Uma questão muito difícil é a da cultura que pensa a exploração sexual como algo normal, rentável e, por isso, aceitável, como se não fosse uma violência. As famílias, às vezes, deparam com os trabalhadores da área 'namorando' suas filhas e não percebem algumas relações de violência sexual que se dão nesse processo ou, se percebem, não pensam em como denunciar”, relata o articulador institucional da Associação Barraca da Amizade, Marcos Levi Nunes.
Um reflexo da invisibilidade desses casos é o fato de o município de Caucaia só ter registrado duas denúncias de exploração sexual em todo ano de 2014, lembra Levi Nunes.
“O fenômeno existe, mas os casos nem chegam a ser denunciados, porque se entende que são coisas das famílias, do desenvolvimento chegando. São falas que a gente escuta. Percebemos que a exploração sexual existe, os equipamentos de atendimento são insuficientes ou nem existem, mas de alguma forma essa situação não melhora porque a demanda não chega. Se eu não tiver uma denúncia, não vou precisar de uma delegacia especializada”, avalia Nara de Moura, articuladora institucional da Associação da Barraca da Amizade.
Neste dia 18 de maio, Dia de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, a Barraca da Amizade, em conjunto com entidades sociais locais, apresenta um mapeamento do sistema de garantia de direitos dos três municípios da região metropolitana de Fortaleza. Embora vizinhas, as cidades apresentam realidades distintas. Enquanto Caucaia tem uma rede de atendimento relativamente implementada, São Gonçalo do Amarante ainda precisa consolidar estrutura. E esse trabalho também passa pelo reconhecimento do problema.
O mapeamento é a primeira de três atividades de um projeto da Barraca da Amizade – patrocinado pela Petrobras. Depois dessa primeira etapa, haverá uma formação com as instituições que foram mapeadas nos municípios e a elaboração de um plano de comunicação para estabelecer fluxos de informações entre as entidades em cada cidade.
“Nossa intenção é ser parceiro dos três municípios para fortalecê-los. O mapeamento é uma ferramenta para que possamos ampliar as possibilidades de fortalecimento, mas devem existir outras a serem apontadas pelos demais parceiros. Queremos fortalecer os dois lados: a sociedade civil, para fiscalizar o Poder Público e monitorar as políticas públicas, e o Poder Público, para que ele responda às demandas”, aponta Levi.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Misógino ensandecido assassina mulheres

Covardia contra a mulher,
Estes loucos ensandecidos
Não tem freios prá essa gente tresloucada
Os nomes delas foram trasladados ou escritos no SPIN
Os nomes destes doentes ou criminosos, jamais serão ditos pq os nomes provocam o que eles simbolizam olham são, de forma que, em defesa da sociedade eles não podem ser ditos olhados sidos



Três mulheres são baleadas no Bairro Goiânia; 2 morreram
Por Carlos Calaes, no Hoje em Dia


Inconformado com a separação, homem conhecido como “Fumaça” mata a ex-namorada, a amiga dela e fere outra

RENATO COBUCCI



Curiosos acompanharam o trabalho dos peritos na cena do crime
Duas mulheres morreram e outra ficou ferida após terem sido baleadas por um homem logo depois de deixarem um baile funk, na madrugada destes sábado (16), no Bairro Goiânia, Região Nordeste de Belo Horizonte. Militares do 16º Batalhão já teriam a identificação do homem, mas informaram apenas que ele é conhecido no bairro pelo apelido de “Fumaça”. Até a tarde deste sábado (16), ele continuava foragido.

A primeira versão divulgada por testemunhas e militares é de que, inconformado com a separação, Fumaça teria ido até ao baile funk do “Lili”, na Rua Tiziu, onde teria procurado a ex-namorada, Eliziele Dioniso Pereira, 23 anos. A mulher, que estava na companhia das amigas – as irmãs Gleiciane Gomes Martins, 17 anos, e Mirele Gomes Martins, 19 anos –, não teria aceitado a reconciliação. Fumaça teria esperado as mulheres saírem do baile e as seguiu até a porta de casa das duas irmãs, no beco Alameda 1, esquina com a Rua Dona Venucci. Neste local, ele teria abordado as vítimas e atirado contra a ex-namorada, que morreu em frente da casa das amigas.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Os mortos de Perus não conseguem descansar em paz

http://www.jornalggn.com.br/noticia/os-mortos-de-perus-nao-conseguem-descansar-em-paz

O manicômio mineiro que exterminou 60 mil pessoas

http://www.jornalggn.com.br/noticia/o-manicomio-mineiro-que-exterminou-60-mil-pessoas

Zé Agripino Maia defende golpe militar

Há  quanto tempo  paises de primeiro mundo não derrubam governo mediante golpe paraguaio? Eles mexem com os pauzinhos para derrubar governos de outros paises mas derrubar o próprio governo nem pensar. De forma que nos grandes paises  não há  é descontinuidade a cada 30 anos no máximo.  Alô MPF que tal se mexerem para garantir a continuidade de nosso regime democrático e do governo eleito pelo povo.

Agripino chama golpe de 64 de revolução e defende impeachment de Dilma

Jornal GGN - "Prefeito de Natal nomeado pela ditadura e filho de governador também imposto pela ditadura, José Agripino", hoje senador do DEM, chamou de "revolução de 64″ o golpe de Estado que depôs o governo Jango e vinculou o ato às manifestações a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Em artigo publicado no UOL, Mario Magalhães criticou a postura de Agripino Maia e apontou erro em suas comparações sobre os casos Jango, Collor e Dilma. No primeiro e último, não há comprovação de envolvimento com corrupção, sequer denúncia. Por isso, fala-se em "golpe", não em manifestações legítimas pela deposição.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

As técnicas de tortura praticadas durante a ditadura no Brasil


Sugerido por Almeida
Publicado no site do PCB - Partido Comunista Brasileiro
Fotos por João Paulo Charleaux
Ilustração por Bruno Maron
​Na mesma semana em que o Senado dos EUA publicou detalhes das torturas praticas pela CIA contra prisioneiros da chamada "Guerra ao Terror", a CNV (Comissão Nacional da Verdade), aqui do Brasil, entregou à Presidência da República, depois de dois anos e meio de trabalho, seu relatório final – um catatau de três tomos que resume o que foi nossa ditadura militar.
Um dos capítulos mais chocantes é o que trata de tortura. A CNV conta que instrutores estrangeiros ensinaram métodos de tortura a militares brasileiros aqui mesmo, em solo nacional. Agentes franceses teriam desembarcado no Brasil para ensinar algumas técnicas brutais aprendidas e testadas na guerra de descolonização da Argélia, nos anos 50.
Mais tarde, oficiais brasileiros frequentaram aulas de tortura na Escola das Américas, criada pelo Departamento de Defesa do governo dos EUA. O local foi um centro de irradiação destas práticas para toda a América Latina, durante a Guerra Fria, nos anos 60.
Entre 1964 e 1985, 434 pessoas foram mortas e desaparecidas pelo governo militar brasileiro, e mais de 6 mil foram torturadas. Além de torturar seus cidadãos, o Brasil também exportou técnicas de tortura para ditaduras vizinhas.
O Estádio Nacional, uma espécie de Estádio do Maracanã do Chile, foi convertido em 1973, pela ditadura do general chileno Augusto Pinochet, num gigantesco centro de tortura coletiva. Lá, diversas vítimas relataram ter visto e ouvido especialistas brasileiros ensinando técnicas de tortura a militares chilenos. As máquinas usadas no Estádio Nacional também continham manuais de instrução em português, de acordo com dissidentes torturados no local.
Todas as técnicas abaixo foram relatadas por torturados e torturadores à CNV. Como muita gente ainda parece não ter entendido o quanto essa prática é abominável, resolvemos convidar o desenhista Bruno Maron pra tornar mais óbvio o horror da coisa toda. 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

O que move o Estado Islâmico?; por Reinaldo Nasser


Por Reinaldo Nasser
Por mais que utilize métodos de intimidação naqueles que estão sob seu domínio, o ISIS tenta espalhar a sua mensagem religiosa por meio de pregação pública, além de se esforçar para ganhar o apoio da população nas áreas que conquistou. Ao assumir o controle de uma cidade, procura administrar a distribuição de água, farinha e outros recursos, além policiar ruas, fornecer eletricidade e fiscalizar o comércio, colocando em prática o que parece ser o início de estruturas quase estatais. Estabelecem, nos territórios dominados, ministérios, tribunais e até mesmo um sistema de tributação rudimentar, que, segundo alguns, é muito menos espoliativo do que o governo da Síria de Assad.

Estima-se que por volta de 8 milhões de pessoas vivam sob controle total ou parcial do grupo. Esse trabalho de governo requer, por sua vez, recursos financeiros que o Estado Islâmico demonstrou habilidade na produção e exportação de petróleo. Cerca de 9 mil barris diários de petróleo a preços que variam de 25 a 45 dólares. Relatos de serviços de inteligência avaliam que possui cerca de 2 bilhões de dólares em dinheiro e bens que advêm do uso dos campos de petróleo e gás que controla, bem como de impostos, pedágios, extorsão e sequestro. A ofensiva no Iraque também tem sido lucrativa, dando-lhe acesso ao dinheiro mantido em grandes bancos em cidades e vilas dominadas.

O fenômeno ISIS pode ser caracterizado dentro daquilo que agentes da CIA denominaram, nos anos 60, de blowback. O termo é empregado para referir-se às consequências desastrosas, e não intencionais operações clandestinas realizadas pelo governo dos EUA com o objetivo de derrubar regimes estrangeiros. Como se sabe, o grupo terrorista de Osama bin Laden, a Al-Qaeda, originou-se nos campos de batalha do Afeganistão com o auxílio dos EUA.

Blowback é outra maneira de dizer que uma nação colhe o que semeia. O ISIS é mais um na longa lista que os americanos vêm colecionando desde que se tornou grande potência.